Podemos dizer que, nesse combate, a escola é mais importante que os pais? Sim. Sustentados pelas nossas pesquisa, sabemos que é muito mais provável que o bullying aconteça dentro das escolas, durante aquele período em que as crianças são confiadas aos cuidados de professores e da direção. Nesse sentido, as escolas têm um poder maior que os pais em identificar e combater essa prática.
O prática de bullying começa em casa? O que acontece é um reflexo. Se a criança é tratada com gritos, tapas ou presencia cenas de violência em casa, ela acredita que esse tipo de comportamento funciona. E, por isso, repete esse comportamento na escola.
Combater o bullying é uma missão impossível? Estou certa de que as crianças querem apenas uma oportunidade para aprender a tratar bem seus colegas. Se é difícil tratar o bullying? Sim, é uma tarefa dura, que exige empenho e comprometimento, mas sou muito otimista. Acredito que se os adultos estiverem dispostos a conversar com as crianças e escutá-las sobre suas preocupações, será fácil criar um ambiente harmonioso. E quanto mais cedo começarmos a conversar, melhor.
Fonte:veja.abril.com.br
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Ou seja, a prática do bullying começa em casa. As crianças repetem fora de casa, exatamente o que ver e aprende com a família, é aquela velha história de que "a palavra convence e o exemplo arrasta". Ultimamente temos acompanhado por vários meios de comunicação o destaque dado à assuntos referente ao bullying, e a responsabilidade no combate à essa prática parece pairar apenas sobre a escola. O que considero, um absurdo. A família da criança é encarregada pelos primeiros passos educacionais. Se um criança vive em um ambiente violento, certamente crescerá carregada de traumas psicológicos, o qual poderá provocar graves consequências comportamentais. Então, uma boa ideia é associar educação, não somente à escola, e também aos pais e familiares. Ser pai e/ou mãe, não é apenas colocar no mundo e pagar por uma boa educação, é também dar atenção, respeitar e educar.
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